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Treinamento Baseado na Velocidade [VBT]: Até quando a velocidade de execução é importante?

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Você está fazendo sua série de 12 repetições e a partir da oitava, nona ou décima, sente que a velocidade diminuiu? Parabéns! Isso indica que o peso está regulado!  

Mas não é só isso! Existem mais informações nesse exemplo que podem ser exploradas através do treinamento baseado na velocidade (TBV), ou da sigla em inglês VBT (Velocity-Based Training)


a man in a gym lifting a barbell

Em vez de se basear no "achismo" da percepção subjetiva, o VBT utiliza a velocidade do movimento como um termômetro da eficiência neuromuscular do seu treino.


A grande revolução do VBT está nos limites de perda de velocidade (VL). Estudos mostram que interromper uma série quando a velocidade concêntrica (fase da contração em que o músculo encurta seu tamanho) cai apenas 10% (VL10) gera ganhos de potência e força explosiva similares ao treinamento até a falha, mas com uma vantagem crucial: menos fadiga e recuperação muito mais rápida.


Para quem busca hipertrofia, uma perda de velocidade de 20% (VL20) parece ser o "ponto doce", permitindo volume suficiente para estimular o crescimento, sem "fritar" o sistema nervoso central. 


O VBT elimina o erro humano na prescrição de carga, garantindo que cada repetição tenha a qualidade máxima pretendida e que o volume total de trabalho seja ajustado em tempo real, conforme seu estado de energia e disposição do dia.


Mas, como medir essa perda de velocidade? Eis a questão! Dispositivos de medida não só da velocidade de execução, como também da estabilidade, amplitude, potência e qualidade geral da série estarão disponíveis em grande escala no mercado em breve e é uma questão de tempo até que consigamos controlar melhor essas importantes variáveis do treinamento.


Tanto na forma de vestíveis (roupas e acessórios que monitoram o corpo em repouso e movimento) como na forma de dispositivos acoplados aos equipamentos, o monitoramento e controle da velocidade de execução durante o treino de força talvez seja a próxima fronteira técnico-científica da musculação. 


Seguimos acompanhando o que realmente importa saber sobre a evolução desses dispositivos e manteremos você bem informado sobre os próximos passos!


Compartilhe este post com quem gosta de treinar monitorado!



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